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por A senhora do gatinho, em 13.04.15

Cai neve...

... não, não é em Nova Iorque, é mesmo na montanha do Pico.

E não me faz falta Lisboa p'ra me sentir feliz. Porque aqui também está sol e um lindo céu azul.

 

Já disse que ADORO esta montanha? Sim, eu sei que já, mas não me canso de repetir 

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publicado às 15:10


por A senhora do gatinho, em 09.04.15

Experiências fotográficas

Com este mar e céu azul (para já, que isto muda rápido), apetece estar sempre a fotografar. Isto de não morar na minha ilha, faz com que sempre que cá venho leve o telemóvel cheio de fotografias. É que é tudo tão bonito .

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Sobre o Porto da cidade Horta, com vista para parte da Baía

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Vista para a ilha do Pico

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publicado às 12:45


por A senhora do gatinho, em 04.04.15

Velejar não é para meninos

Há que ser ágil e não ter medo das alturas.

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publicado às 20:09


por A senhora do gatinho, em 03.04.15

Fim de tarde com vista para o Pico

Parece que as nuvens começam a querer dar tréguas  

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publicado às 22:00


por A senhora do gatinho, em 01.04.15

A majestosa montanha do Pico

Já perdi a conta às vezes que fiz esta viagem, mas sempre que avisto a montanha da ilha do Pico sinto borboletas (das boas) na barriga, parecidas com aquelas que se sentem quando estamos apaixonados.

Está visto, sou apaixonada por esta montanha.

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publicado às 03:30


por A senhora do gatinho, em 04.11.14

Isto de crescer numa ilha

Depois de ler o texto abaixo, do Eduardo Bettencourt, bateu cá uma saudade... 

Está certo que estou nos Açores, mas a ilha onde moro agora é muito diferente do "meu" Faial e do "meu" Pico. E este texto faz-me mesmo lembrar o Pico, o Pico da minha infância e adolescência, onde passei férias muito, muito felizes. Adorei o texto.

Para ler e reler.

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"Éh hóme! Éh piqueno!
Ó laparouso! Ó estepor!
Não é muito fácil explicar a saudade que um ilhéu sente. Às vezes, quando tentamos explicar, ganhamos um entusiasmo tal que ainda passamos por malucos. Os nossos olhos brilham, a nossa voz sobe de tom, as frases parecem cada vez mais cantadas e os movimentos dos braços ficam mais e mais extensos! É uma coisa ‘Nossa’, tão ‘Nossa’, que só quem por lá passa percebe.

 

Nós crescemos a ver o horizonte, com milhas e milhas de mar pelo meio, salpicadas de barcos e de golfinhos. Nós crescemos a cheirar a sal, de pés descalços por cima das escamas das abróteas que a mãe está a amanhar. Crescemos a pescar carapaus, a escaldar a língua com torresmos de sal, acabados de escorrer na matança do porco e a pelar os dedos quando tentávamos roubar um bocado de massa escaldada para o bolo de milho. Nós crescemos a ouvir a buzina da carrinha do chicharro às sete da manhã. E que bem que aquele som sabia… Sabia a batatas-doces e molho cru.

 

Nós crescemos a molhar o bico na ‘Angelica’ e mais tarde a surripiar garrafas aos pais, tios, avós… Cedo percebemos que a ‘Angelica’ dá a pior ressaca de sempre. Nós crescemos a ouvir os nós das mãos dos tios e dos pais a bater nas mesas de madeira, enquanto jogavam à sueca. E que homens de força eram aqueles! Crescemos a ver as tias lavar as tripas dos porcos, a encher as linguiças, a cortar os bofes e a fritar as iscas. Que delícia!

 

Crescemos com cheiro a pinheiros dos ‘Mistérios’ e eucaliptos do mato. Crescemos a chamar-nos de ‘Éh Hóme’, ‘É piqueno’, ‘Ó laparouso’, ‘Salsa parrilha’, ‘Estepor’, ‘Rapaz’, ‘filho desta’, ‘filho deste’, ‘neto daquela’, e por aí fora. Crescemos a bailar a Chamarrita, a ouvir filarmónicas e foliões, gaitadas, o chiar das bifanas das tascas, dos foguetes. Crescemos a ouvir falar de Baleeiros e de Heróis. A ouvir falar de outras vidas e outros tempos que em nada se parecem com aquilo que vivemos.

 

É imenso o respeito que hoje temos pelos nossos ‘velhos’, pelo percurso que tiveram, pelas vidas de trabalho desde crianças, pela miséria que passaram, mas acima de tudo pela nostalgia e saudade com que falam de tudo isso. São os mais belos contadores de Histórias! Nós crescemos das Hortênsias e das Faias, do basalto e de maresias. A nossa Alma é livre como um melro, mas por mais longe que estejamos ela fica sempre lá, naquele cantinho, à nossa espera. Nunca partimos inteiramente. Nunca nos despedimos. Não importa a distância e o tempo, qualquer coisa que nos faça lembrar ‘Casa’ faz-nos sentir aquele frio bom na barriga. Faz-nos respirar fundo e sorrir. Nós somos sal, somos basalto, somos xailes negros, somos serrados e vinhas, somos mau tempo no canal, somos pescadores e lavradores, somos cabeços e montanhas, somos vinhas, somos gado, somos Gente. Não é uma Saudade triste, é uma Saudade diferente. Não é muito fácil explicar as Saudades que um Ilhéu sente, mas se calhar é qualquer coisa como isto, que sentimos agora, no final do texto."

 

(Título original: É uma saudade grande das coisas mais pequenas)
EDUARDO BETTENCOURT
Cantor e ator

Natural das Lajes do Pico, residente em Lisboa
30-10-2014

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in www.mundoacoriano.com

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publicado às 15:39


por A senhora do gatinho, em 27.09.14

Faz-me falta...

... sair à rua e não ver o Pico. Há uns anos atrás, ainda eu nem imaginava que um dia iria morar na ilha de São Miguel, ouvi uma senhora dizer : "São Miguel seria perfeita se tivesse o Pico em frente". Agora compreendo a afirmação. Não digo que seria perfeita, uma vez que ver o Pico a partir do Faial, ilha de muitos e muitos encantos (a minha!) dá ainda uma maior dimensão à coisa, mas ficaria mais próximo da perfeição.

Não me canso de olhar para o Pico e a cada instante descobrir como se apresenta.Ainda nem voltei a partir e já estou cheia de saudades (poético, eu sei).

 

 

 

 

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publicado às 00:42


por A senhora do gatinho, em 25.09.14

Bom dia!


Na ilha do Pico.
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publicado às 10:09


por A senhora do gatinho, em 21.09.14

Happy Day!

 

 

 

Hoje, novamente na Praia de Porto Pim - ilha do Faial.

Bom domingo! =^.^=

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publicado às 12:26


por A senhora do gatinho, em 19.09.14

Da janela do (meu) quarto...

... vejo o Pico encoberto por nuvens e um treino de botes baleeiros. Hummmm, gosto de estar aqui!

Ontem ao fim do dia.
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publicado às 11:30


"Espalhou-se logo a notícia de que uma cara nova se passeava pela marginal: uma senhora com o seu gatinho" [adaptado de Tchékhov].

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