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Eu, pessoa dada ao açúcar, estou agarrada (já é mesmo uma adição!) às malassadas, esse doce feito de massa frita e polvilhado de açúcar (uma combinação que tem tanto de explosivo como de delicioso). Cá na ilha de São Miguel, assim que começam os festejos pré-carnavalescos (quinta-feira de amigos, quinta-feira de amigas - que foi ontem, dia de compadres e dia de comadres- nas próximas quintas), começa-se a ver malassadas por todos os lados. Elas entram-nos pelos olhos dentro e é impossível resistir ao delicioso chamamento. Emagrecer torna-se cada vez mais difícil!
Eu sei que já é tarde e que devia ficar só pelo chá, mas sou uma fraca. =^.^=
(Re)comecei a comer feita animal de grande porte no Natal e ainda não consegui parar. A medo, hoje saltei para a balança e lá estava: 62kg!!! Tendo em conta que antes do Natal estava nos 58kg, não é grave, é MUITO GRAVE!
A desculpa para comer como se não houvesse amanhã começou com o "o menino mija", mais uma tradição açoriana que contribui para a engorda (também poderia contribuir para o alcoolismo, é certo, mas o meu pecado são mesmo os doces). E se esta tradição deveria durar até ao dia de reis, a verdade é que cada vez mais se prolonga no tempo e o meu IMC é prova disso mesmo.
A minha dieta devia começar amanhã. O problema é que amanhã é Dia de Amigas, outra tradição açoriana que também mete enfardanço. E as opções são:
- mudar-me para uma cidade com menos tradições que envolvam comida.
- fechar a boca.
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Sou daquelas pessoas que têm muita dificuldade em desmanchar a árvore de Natal e pôr fim à época natalícia. E parece que já passei essa ansiedade de separação às minhas gatas.
A gatinha mais velha tenta consolar a pequenina, que provavelmente se questiona "Agora o que vou trepar?"
Ainda pouco conformadas, resta esperar pelo próximo Natal...
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Como não sou, tenho de gemer (gemer não é bem a palavra, mas agora não me ocorre outra) com um trabalho para terminar.
Enquanto isso, as minhas gatas vão para aí no sétimo sono...
Boa noite, pessoas!
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Não comecem a inventar coisas estranhas que a senhora do gatinho explica.
Sinto-me exausta, se dormi uma hora na noite passada foi muito. Pequena Olívia gritou toda a noite, acho que até ladrou (o que é muito estranho para uma gata, eu sei). Quando lhe pegava ao colo e embalava (ok, ela não é um bebé humano - e pelos vistos, apesar de pequenina, já nem é uma gata bebé -, nem sou daquelas mulheres sem filhos que tentam transformar os gatos em bebés - também se fosse não admitia - mas tive de experimentar de tudo) parava por uns momentos até voltar a grunhir. Depois pulava para o chão e ia direitinha às portas raspar as unhas, assim como se não houvesse amanhã (um extra que os bebés humanos não fazem, julgo eu). E o ritual repetiu-se vezes sem conta, berros, colo, embalar, chão, raspar unhas...
Há poucos minutos já começou a afinar as cordas vocais para a round two. Mais uma noite que promete (temo pela próxima vez em que a vizinha de baixo me apanhar no elevador).
Uma coisa positiva disto tudo (segundo dizem os entendidos, temos sempre que ver o lado positivo) é que já tenho uma noção do que é ser uma mãe mal humorada dormida. Por isso, não me voltem com conversas do tipo "Ah e tal que se fosses mãe é que ias saber o que é passar noites em claro". Pois que já sei.
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A minha gata Olívia podia ser protagonista de um daqueles programas em que uma pessoa entra com péssimo aspecto, geralmente desdentada e passados dois meses mostra todo um upgrade: dentuças novas, cabelo arranjado, roupa da moda. E o público faz um grande AHHH! quando aparece a plaquinha do Antes e Depois.
Antes (16/11/2014 - mas depois de já ter tomado uma banhoca, a versão pré-banhoca era absolutamente assustadora)
Depois (16/01/2015)
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Ver/ouvir as "galas" da casa dos segredos enquanto passo roupa a ferro, tornou um pouco mais divertida essa dura tarefa doméstica. Apesar de não perceber como é que em cada domingo estão cada vez mais pessoas dentro "da casa" (mas é suposto perceber?!), dado que não vejo durante a semana (e não, não me estou a armar em esquisita, segui outras edições mas fartei-me), gosto do sentido de humor da Teresa Guilherme, da forma como agita as mãozinhas e da maneira como descreve os conflitos entre os concorrentes, que seguem sempre o mesmo guião, duas mulheres que disputam um homem, um que tem inveja dos abdominais do outro, uma que quer umas mamas maiores que a outra, etc., etc., tudo coisas muito estúpidas básicas, mas que contadas com o trocadilho certo dão vontade de rir. E assim se vai engomando a roupa.
Mas domingo passado foi diferente, o psicólogo Quintino Aires entrou "na casa" e houve uma altura em que tive mesmo de desligar o ferro de engomar (a electricidade está pela hora da morte), pois por momentos pensei estar a alucinar (com tanta doença esquisita que anda por aí, alguma coisa podia ter-me afectado o cérebro) com as frases que o dito psicólogo proferia. Então pus para trás a gravação automática da caixinha meo (maravilhas do mundo moderno, e sim, dei-me a esse trabalho, uma pessoa tem de se certificar se já está, ou não, com a cabeça queimada) e, meus cyber amigos, senhora do gatinho está com um joelho lixado mas com a cabeça fina! Quintino Aires atirou com frases como:
"Oxalá muitos portugueses dos 10 milhões tenham capacidade de aprender convosco muito daquilo que vocês aqui nos oferecem porque de certeza que o país se vai tornar muito mais forte"
"Já temos um país tão bonito, que se as pessoas ganharem mais robustez pegando no vosso exemplo, com certeza o país vai muito mais para a frente".
Entretanto um amigo contou-me que Quintino Aires encontra-se suspenso da Ordem dos Psicólogos (confirmei essa informação aqui) e fiquei mais descansada.
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